Mídias Sociais. Solução ou problema para as pequenas empresas?

Mídias Sociais como twitter e facebook chegou para abalar a realidade das empresas em geral, principalmente as pequenas empresas, que passam a enxergar as midias sociais como única saída para suprir a baixa disponibilidade de recursos financeiros para grandes investimentos em marketing e comunicação. A situação é preocupante pois, da mesma forma que essas pequenas empresas não dispõem de altos investimentos para comunicação e vivem a sensação de "problema resolvido" com as mídias sociais, os erros cometidos com a má utilização das mesmas, podem ser irreversíveis e, dessa forma, a necessidade de investimentos em Relações Públicas para a gestão de uma crise pode ser a única solução. 

Afinal, o que você considera a melhor saída? Investir em marketing e comunicação de maneira correta, planejada, ou investir rios de dinheiro para contornar uma crise gerada pela má utilização das mídias sociais?

Vamos listar abaixo 7 dicas de como as pequenas empresas devem utilizar as midias sociais, escrito por Cleyton Torres e publicado no site PontoMarketing e 7 verdades sobre as mídias sociais. A última faz parte de um estudo de Bart De Waele, um web empreendedor que publicou de forma dura, porém, real a verdadeira face das mídias sociais.
  
As dicas são:



1. Saiba o que é e como funciona
O que são redes sociais? O que são mídias sociais? Saiba diferenciar mídia social de rede social. Ambas andam sempre de mão dadas, mas não são a mesma coisa! Tente estudar qual são as melhores ferramentas que podem auxiliá-lo na entrada desse novo canal de comunicação com seus públicos, externos e internos. Saiba o que é e, principalmente, como funciona.


2. Fique atento aos erros e acertos de seus concorrentes
Os acertos estão, cada vez mais, focados em estratégias específicas e certeiras. São pontos sazonais de empresas que apostaram e ousaram em implantar ações que fizeram diferença no digimundo. Porém, mas evidente ainda, são os erros cometidos, vide caso Locaweb, Fiat (que cometeram o mesmo erro!) e Nestlé. Aprenda com a estupidez deles. Quem não sabe trabalhar com mídias sociais tem um enorme problema, mas quem não sabe trabalhar com mídias sociais cometendo os mesmos erros que outros já cometeram, ou seja, que podiam ser evitados, possuem um problema maior ainda!

Errar uma vez é humano, mas errar o mesmo erro é ignorância estratégica empresarial. E lembre-se: nem só porque algo deu certo ou errado em uma empresa significa que ocorrerá exatamente igual na sua. São públicos, culturas e contextos diferentes, mas a precaução ainda é o melhor remédio.

3. Crie seus planos, estratégias e expectativas
Até onde você quer chegar? Com que meios você quer chegar lá? E depois, vai fazer o que quando chegar até lá? Trace, mesmo que de maneira simplória, pequenos cenários e planos para desenvolvimento. Fique atento a possíveis erros e, também, a um possível sucesso fora de controle. Se algo der certo demais, você deve estar tão preparado para gerenciar as mídias sociais como se estivesse para se algo desse errado. Se uma campanha der certo, se for positiva, o que fará depois que terminar todo o investimento inicial? Fechará? Jamais entre em conflito direto com algo que está dando certo perante seu público.

4. Tenha um blog corporativo e profissional
Blog corporativo não é sinônimo de blog profissional, assim como blog profissional não é sinônimo de blog corporativo. O que mais se vê no digimundo empresarial é um total descaso com essa fantástica e primordial ferramenta. O blog nas empresas é tratado como um puxadinho, algo que se pode ir levando de maneira simples e sem muito profissionalismo. Um blog reflete, hoje, a imagem da sua empresa parente um público informívoro, ávido por informação e que está disposto a abraçar uma causa, ou fazer de tudo para destruir sua reputação, caso você venha a cometer erros graves e sérios.

5. Veja o que você publica e o que seus funcionários publicam
Um jornalista da NatGeo foi demitido por criticar publicamente a revista Veja em seu Twitter. Certo ou errado, o que deve ser evidenciado é que advogados especialistas em direito digital alertam: um funcionário pode ser demitido por cauda de um tweet. Saiba o que você publica e saiba o que seus funcionários publicam. Não há mais diferenciação de perfis públicos ou profissionais, todo profissional tem a imagem vinculada à determinada empresa e deve ter o dever ético e moral de respeitar normas simples de convivência, mesmo no digimundo. Faça, se necessário, cartilhas com orientações sobre como agir em espaços públicos e digitais. Lembre-se: recomendar é diferente de restringir!

6. Chute a bola, cabeceie e seja o goleiro. Tudo ao mesmo tempo
Seja, ao mesmo tempo, o jogador que cobra a falta, que cabeceia para o gol e, caso algo dê errado, seja também o goleiro! Tenha em mente que design, bom conteúdo e pró-atividade andam juntos no mundo atual. Seja inovador, ativo e tenha bom gosto! Ninguém mais suporta plataformas desatualizadas e mal gerenciadas, com conteúdo precário e um desenho estilo anos 90!

7. Dê o segundo passo antes do primeiro
Você, até agora, não havia entrado nesse mundo das mídias digitais. Pois bem, uma vez nele, tente prever o que seu público quer, tente adivinhar o que seus concorrentes irão fazer, com o que irão trabalhar e com quais ferramentas tais empresas projetarão suas campanhas. Dê o segundo passo antes do primeiro, mas cuidado para não tropeçar! Um tombo nesse mundo digital, por menor e mais rápido que seja, significa muito atraso para sua empresa! Esteja exaustivamente antenado com tudo que acontece nessas plataformas e suas novidades. Mas, como gosto de dizer, tenha SEMPRE em mente: você deve saber TUDO de mídias sociais, mas deve saber que SEMPRE os usuários saberão mais que você!

Agora as 7 verdades sobre as mídias sociais. Parece divertido, mas é real.

  1. Ninguém vai ler o seu blog;
  2. O seu Twitter é chato;
  3. Sua página no Facebook ficará vazia;
  4. Seu novo site de rede social não será usado;
  5. Sua grande ideia não se tornará viral;
  6. Seus usuários não vão gerar conteúdo;
  7. Seus funcionários não vão ajudar.
O autor descreve em forma de ítens algumas dicas para contrariar as verdades. O destaque que aparece em todos os ítens são: Você precisa de um conteúdo valioso, de qualidade; Audiência cresce com o tempo; Conecte a outros blogs, faça parcerias; Trafegue bastante, não abandone seu twitter, facebook, orkut e demais mídias.

A todos que acreditam que as mídias sociais, em real evidência, são as soluções para todos os seu problemas e facilmente é possível obter resultados positivos, pense bastante, pesquise, planeje e só após tudo isso, utilize a mídia social a favor da sua empresa.

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Mídias sociais e os 12 tipos de consumidores online

Um estudo feito pela Proclientia e ExactTarget nos EUA e Europa revelou que quase 40% dos consumidores, ao receberem um e-mail marketing, procuram mais informações nas redes sociais e nos sites. Foram identificados também diferentes tipos de consumidores online, onde foram analisados os níveis de desempenho em mídias sociais considerando diferentes idades e níveis de renda.

Veja abaixo os 12 tipos de consumidores online identificados pela pesquisa:

Círculo de confiança




47% dos consumidores online se identificam com este grupo. Estão interessados em manter seus relacionamentos com familiares e amigos, e não no desenvolvimento de novos relacionamentos. Como clientes, sua atenção é difícil de entender. Há probabilidade de receber e-mails de marcas e não gostar quando uma empresa envia mensagens pelo Twitter ou Facebook.


Cauteloso

33% dos consumidores online acreditam que fazem parte deste grupo. São consumidores normalmente muito seletivos sobre com quem estão se comunicando e o tipo de informação que estão compartilhando na web. É muito importante que suas informações pessoais sejam tratadas com respeito pelas marcas. Eles são muito ativos nas redes sociais.


Candidato-Informação

33% dos consumidores online se identificam com este grupo. Eles vão para a web para encontrar e consumir informação. Não estão interessados em novos conteúdos, mas em recolher as opiniões através de análises de produtos e comentários de consumidores. Os membros deste grupo enxergam o Facebook como uma ferramenta para conversar com amigos e familiares e o Twitter como canal de informação. Um bom conteúdo no perfil da marca nas redes sociais é a melhor maneira de chamar sua atenção.


Entusiastas

Correspondem a 32% dos consumidores online. Este grupo procura manter contato com pessoas que têm interesses semelhantes. São jovens e bastante ativos tanto por e-mail quanto pelas redes sociais. Gostam de ser os primeiros a receber informações das marcas, mas exigem que essas informações sejam de boa qualidade e interessantes.


Quem está a procura de propostas

30% dos consumidores online estão neste grupo. Eles são caracterizados pela busca de ofertas e descontos em todos os canais disponíveis on-line: e-mail, Facebook, Twitter… Não são muito ativos na geração de seus próprios conteúdos, mas participam com comentários sobre os artigos, produtos ou empresas.


Compradores


Este grupo contém 24% dos consumidores online. Estão mais interessados em comprar quando estão na web, mas seus interesses não estão limitados às transações online. Gastam muito tempo pesquisando nas lojas. Estes consumidores estão mais interessados na qualidade que no preço. Têm mais de 25 anos e alto poder aquisitivo. 35% dos “compradores” indicam que preferem comprar marcas que consentiram enviar-lhes e-mails, 27% são mais propensos a comprar de marcas depois de segui-los no Twitter e 17% compram de marcas depois de estarem no perfil no Facebook.



Viciados em notícias

21% dos consumidores on-line fazem parte deste grupo. São caracterizados por usarem a web como fonte primária de informação para notícias e eventos. São contribuintes ativos nas mídias sociais, nomeadamente através da publicação de artigos e comentando sobre os outros. 65% deles têm mais de 35 anos. São mais propensos a ler artigos sobre produtos que os outros grupos.


Jogadores

Engloba 19% dos consumidores online. Eles estão interessados em notícias sobre video-games. É um grupo de baixo poder aquisitivo. O uso de redes sociais é feito especialmente para jogar e compartilhar experiências. Têm pouco interesse em seguir as marcas nestas redes.


Borboletas sociais

13% dos consumidores online acreditam que estão neste grupo. Fazer e manter muitos amigos sua prioridade. Usam as redes sociais para conversar com seus amigos, mas não colegas de trabalho. Estão interessados em receber ofertas e preferem enviar e-mails a fazê-lo pelo Facebook ou Twitter. São blogueiros ativos e fazem comentários pela rede.


Os negócios em primeiro lugar


8% dos consumidores online se identificam com este grupo. Estão na Internet para os negócios, procurando as últimas tendências, capturando contatos profissionais e abrindo oportunidades de emprego através de redes como o LinkedIn. Usam o e-mail com freqüência e são usuários ativos nas redes sociais, embora não possuam interesses em seguir marcas na internet. É mais fácil mantê-los como um fã pela promessa de atualizações de produto ou informação educacional do que por descontos e entretenimento.



Amplificadores

São 7% dos consumidores online. Os membros deste grupo desejam se conectar, educar e compartilhar recursos e informações com outras pessoas. As interações sociais são levadas muito a sério. 20% usam o Twitter diariamente e são três vezes mais torcedores das marcas do que o consumidor médio. Acreditam que o Facebook e o Twitter são a melhor maneira de lidar com as empresas.



Livro aberto

6% dos consumidores online fazem parte deste grupo. Caracterizam-se por exibir na web seus gostos, opiniões negativas etc. São livres na Web e podem deixar comentários inadequados ou muito controversos. Enquanto os “amplificadores” estão interessados em se conectar e aprender, os “livros abertos” querem divulgar suas experiências e conhecer pessoas para compartilhá-las. Quanto às marcas, podem ser seus maiores defensores ou detratores.

Veja o estudo no site da Proclentia 
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As 5 etapas de um cliente, antes da compra.

Esse post foi publicado no site www.saidolugar.com.br e escrito por Millor Machado
O modelo original, desenvolvido por ST. Elmo Lewis, em 1898, mencionava apenas as iniciais AIDA, dessa maneira, destacamos o último S, de SATISFAÇÃO desenvolvido pelo próprio Millor Machado.
Essas 5 etapas são conhecidas como o modelo AIDAS. Lembre-se de ADIDAS, a marca de tênis. Mas não se esqueça que não tem o primeiro D.
As etapas que seu cliente passa antes de comprar
Atenção
Antes de qualquer coisa, você precisa chamar a atenção da pessoa. Essa é a primeira etapa, aquela em que o cliente em potencial viu sua propaganda, ouviu sua empresa ser indicada por um amigo ou outra forma de divulgação. No “vendês”, linguagem usada por vendedores, o cliente nessa etapa é chamado de lead.
Interesse
Se sua propaganda é de fato interessante e foi direcionada para as pessoas certas, a tendência é que elas demonstrem interesse pelo seu produto/serviço.
O cliente interessado demonstra seu interesse pedindo mais informações. Ou ele irá perguntar diretamente ou te pedirá um material informativo ou marcará uma reunião de vendas. No “vendês”, essa pessoa é o seu potential.
Desejo
Caso você tenha feito um bom trabalho e seu produto/serviço realmente tenha valor para a pessoa, ela desejará comprá-lo.
Esse tipo de cliente é aquele que você fala para seus amigos que “só falta fechar”. É muito importante manter o contato e não deixar essa pessoa perder o desejo. Em “vendês”, esse cara é o seu prospect.
Ação
A pessoa que toma ação é o verdadeiro patrão do empreendedor, o cliente. Em “vendês” seu nome é cliente mesmo.
Um ponto importante aqui é só tomar cuidado com a inadimplência. Ao mesmo tempo você precisa facilitar o pagamento pelo cliente, mas também não pode tomar calote. Não existe receita pronta, boa sorte achando o meio termo pra sua empresa.
Satisfação
Se você se destacou pelo seu atendimento, seu cliente ficará muito satisfeito e continuará fazendo negócios com você. As características de um cliente satisfeito são que ele comprará mais vezes da sua empresa e provavelmente a indicará para outras pessoas.
Nós temos um termo próprio para os clientes satisfeitos: Entusiastas. Ter Entusiastas é a melhor forma de crescer seu negócio, não é a toa que o CEO da Zappos atribui a isso seu faturamento de 1 bilhão de dolares (veja a entrevista).

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5 dicas de Philip Kotler

Bom dia pessoal. No dia 19 de junho de 2009 o blog ComGuru.com publicou 5 dicas de Philip Kotler para conquistar o sucesso utilizando do Marketing.
Segue aí então...
1. Chegue sem ser pego pelo radar. A chave para a construção da marca é ter algo bom, que você revela de maneira muito inteligente. Algo que seja até mesmo invisível por um tempo, porque você quer estar fora da tela do radar dos concorrentes.
2. Conheça seu cliente. Você tem que entender e escolher os clientes que você quer atender. Não vá, simplesmente, atrás de todo mundo. Defina o mercado-alvo cuidadosamente por meio da segmentação de mercado e, então, posicione-se como diferente e como superior para aquele alvo específico de mercado.
3. Tenha sua estratégia de branding. Nós não estamos mais em um estado de concorrência; estamos em uma condição de hiperconcorrência. Então, as pessoas estão desesperadamente em busca de algo a que se agarrar, como itens funcionais dos produtos e apelos emocionais a eles. Deveríamos pensar em ter uma palavra, ou uma frase, que ajudasse a construir retenção e lealdade por parte dos clientes.
4. Permaneça à frente da concorrência. O ruim é que, se algo funcionar, seus concorrentes vão copiar e, antes que você perceba, qualquer coisa que você tenha como diferencial será imitada pelos outros. Portanto, você está no ramo da inovação constante. Pergunte-se o tempo todo: “Daqui a três anos, qual será nosso diferencial?”
5. Crie uma experiência. De vez em quando, vemos que alguém desenvolveu uma abordagem totalmente nova para um mercado maduro. Há um grande movimento no sentido de dizer “nós não estamos apenas acrescentando serviços ao nosso negócio e ao nosso produto; estamos, na verdade, tentando criar uma experiência”. Estamos no negócio do desenvolvimento de experiências.
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